BRENO BRANCHES – PRESS RELEASE

Música para quem sonha

Em “Enchanté”, o cantor e compositor Breno Branches traz canções folk
para embalar sonhos e histórias de amor

O que torna a vida possível é o sonho, a capacidade de ainda se encantar,
mesmo nos instantes mais impossíveis. No EP “Enchanté”, o paraense Breno
Branches traz canções que embalam a atmosfera de quem sonha, sofre e
ainda assim acredita no amor. O romance interrompido, a distância, as noites
insones, o desejo redescoberto, o risco e a coragem de ganhar o mundo e
investir no que se acredita. Baladas tecidas com o traço da esperança.
Com uma sonoridade folk, presente nas letras e nas referências musicais do
artista, Enchanté apresenta as influências, guardadas as proporções de tema,
lugar e estilo, de artistas como Damien Rice, Vitor Ramil e o grupo Beirut. “Eu
busquei bastante trazer esse clima do Beirut no EP, sem mentira. Quando eu
compus as músicas, eu as imaginava sendo tocadas nos mesmos ambientes
que eu via shows deles. Já o Damien Rice me inspira não só no disco, mas
desde que comecei a carreira. As músicas que compus todas são feitas para
dependerem integralmente da voz e do violão para funcionar. Tanto que os
arranjos e outros itens existem. Mas, se eu tirá-los de lá, a música funciona
também, porque elas foram escritas para funcionarem só na voz e violão. Em
termos de musicalidade foi a maior influência que ele me deixou”, diz o cantor e
compositor.

O EP, gravado no ambiente intimista de um quarto – do próprio Breno – acaba
de ser lançado na internet, junto com o clipe da música “Do Trem”. “Passei o
ano passado aprimorando meu home studio para poder fazer algo com mais
qualidade. Então eu mesmo coordeno todo o processo de gravação. O meu
último EP, eu gravei sozinho. Mas, esse eu resolvi passar a bandeira para
amigos de longa data também: Gustavo Mesquita (baixo), Lucas Bellesi
(arranjos) e eu nas vozes, violão, arranjos e direção geral”, comenta o músico.
“Enchanté” vem do francês e quer dizer “encantado”. Pelo novo, pelo agora,
pelo futuro, pelo que passou, pela jornada de encontros e partidas. O mesmo
encantamento que o artista sentiu quando conheceu um grupo de franceses
em um batuque na Praça da República e tentou de todas as formas
estabelecer um diálogo, mesmo sem dominar a língua. O fascínio permaneceu
e deu origem ao nome do novo trabalho da carreira solo, que o artista não
desistiu de apostar.

“Depois do ‘Que Bolero’ [EP lançado em 2015], muita coisa aconteceu: TCC,
algumas doenças como depressão, etc….Acabei ficando bastante desmotivado
e já tinha até desistido de fazer isso. Até que em uma viagem eventual à
Brasília, acabei dando a sorte de ficar na casa do Flávio Venturini pelo AirBnb.
A gente conversou um pouco, e provavelmente ele nem lembra de mim. Mas
ele me relatar sobre a vida dele e contar as histórias de música me motivaram
de uma forma absurda. Voltei pra Belém pensando em todas as músicas do
Enchanté, enquanto estava no próprio voo. Já cheguei sabendo o que queria
fazer”, conta Breno Branches.

O EP é fruto dessa retomada, apesar das tormentas que desestabilizam até o
mais planejado dos cenários. É música feita para inspirar sonhos. Na faixa “Do
Trem”, a partida à procura daquilo que dá brilho no olho, reaviva a coragem e
faz o coração pulsar. “Se você quiser/Vamos a um café/Ou qualquer
lugar/Deste planeta//Hoje eu acordei/Com vontade de ser/Mais que um
sonhador/Quero partir/Vou partir de trem, meu amor/Vou partir de trem, meu
amor/”. É a mais esperançosa de todas. Um convite para uma viagem a dois,
de quem acredita e quer desbravar o mundo, se perder e se encontrar, de
preferência na companhia de quem se se ama, em uma parceria de vida.
Sonhando e acreditando juntos. “Então faz assim/Você cuida de mim/ E eu
cuido de você/Neste vagão”.

Em “No final da noite”, o amor que é paixão e fulmina, e faz qualquer tempo
longe parecer distante demais. Fervor que também marca “Saudade do
Cobertor”, balada sobre a distância e as lembranças de uma história de amor.
Na faixa “Rigoroso Inverno”, o tumulto interno, uma jornada interior para sarar
feridas, trabalhar anseios. Demorada, difícil, mas necessária. Uma viagem para
dentro de si, que é também o caminho da partida, da caminhada para subverter
qualquer limite. “Já vai começar a viagem aqui/ Peguei minhas malas, meus
livros, e olhei pro céu também/ Vou seguir assim/Perto do céu, meu bem/ Onde
o céu e o cinza possam não me atingir também”, diz a letra da canção.
Não espere músicas sobre uma alegria em explosão, solar e iluminada. As
melodias ecoam saudade, amor, o caos que se instalou por um longo tempo,
necessário, mas passageiro. Há buscas e também desejos. As composições
autorais carregam o sentimento e a suavidade da voz de Breno. O timbre
encaixa nos acordes e nos refrãos que ficam ressoando na memória. São
quatro músicas marcadas por poesia e lirismo em temas sobre uma jornada de
libertação e reencontro de quem não tem medo de se expor e se permitir
sonhar.

Serviço:
Ouça e baixe o EP Enchanté >>
Soundcloud: https://goo.gl/KUFsnw
Download grátis: https://goo.gl/VLGMUT
Veja, compartilhe e baixa o clipe “Do Trem”>>
YouTube: https://goo.gl/cuGWLY
Gravado em um vagão de trem no Parque da Residência, em Belém do Pará,
pelo fotógrafo Cleyton Telles, do Projeto Entre Ruas, e editado por Adrianna
Oliveira.
Ficha técnica do EP
Baixo – Gustavo Mesquita
Arranjos – Lucas Bellesi
Vozes/violão/arranjos/direção geral – Breno Branches
Masterização e mixagem – Awen Studio
Ilustração da capa do disco >> Flávio Nery

 

 

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ENGLISH:

Music for those who dream

In “Enchanté”, the singer-songwriter Breno Branches brings folk songs to lead love stories and life dreams

What makes life possible is the dream, the capacity of still enchanting yourself, even in the most unlikely moments. In the EP “Enchanté”, the paraense Breno Branches brings songs that lead the admosphere of those who dreams, suffers, and yet, still believes in love. The interrupted romance, the distance, the sleepless nights, the redescovered desire, the rist and the courage of winning the world and investing on what you believe. Ballads made with a glimpse of hope.

With a folk sound, made present in his lyrics and musical references from this artist, Enchanté presents influences, kept the proportions of the theme, place and style, from artists such as Damien Rice, Vitor Ramil, and the musical group Beirut. “I’ve seek a lot to bringing that mood from “Beirut” into the EP, no lies. When I wrote the songs, I’ve already imaginated them being played in the same environments that I’ve used to watch their converts. Now Damien Rice doesn’t only inspire me in the album, but ever since I’ve began my carreer. The songs that i’ve wrote are only made to work with voice and acoustic guitar. Even so that the arrangements and some other itens exists. But, if I remove them from there, the song’s going to work too, because they were written to work only at voice and acoustic guitar. Talking about musicality, it was the biggest influence he left me”, says the singer-songrwriter.

O EP, gravado no ambiente intimista de um quarto – do próprio Breno – acaba
de ser lançado na internet, junto com o clipe da música “Do Trem”. “Passei o
ano passado aprimorando meu home studio para poder fazer algo com mais
qualidade. Então eu mesmo coordeno todo o processo de gravação. O meu
último EP, eu gravei sozinho. Mas, esse eu resolvi passar a bandeira para
amigos de longa data também: Gustavo Mesquita (baixo), Lucas Bellesi
(arranjos) e eu nas vozes, violão, arranjos e direção geral”, comenta o músico.
“Enchanté” vem do francês e quer dizer “encantado”. Pelo novo, pelo agora,
pelo futuro, pelo que passou, pela jornada de encontros e partidas. O mesmo
encantamento que o artista sentiu quando conheceu um grupo de franceses
em um batuque na Praça da República e tentou de todas as formas
estabelecer um diálogo, mesmo sem dominar a língua. O fascínio permaneceu
e deu origem ao nome do novo trabalho da carreira solo, que o artista não
desistiu de apostar.

“Depois do ‘Que Bolero’ [EP lançado em 2015], muita coisa aconteceu: TCC,
algumas doenças como depressão, etc….Acabei ficando bastante desmotivado
e já tinha até desistido de fazer isso. Até que em uma viagem eventual à
Brasília, acabei dando a sorte de ficar na casa do Flávio Venturini pelo AirBnb.
A gente conversou um pouco, e provavelmente ele nem lembra de mim. Mas
ele me relatar sobre a vida dele e contar as histórias de música me motivaram
de uma forma absurda. Voltei pra Belém pensando em todas as músicas do
Enchanté, enquanto estava no próprio voo. Já cheguei sabendo o que queria
fazer”, conta Breno Branches.

O EP é fruto dessa retomada, apesar das tormentas que desestabilizam até o
mais planejado dos cenários. É música feita para inspirar sonhos. Na faixa “Do
Trem”, a partida à procura daquilo que dá brilho no olho, reaviva a coragem e
faz o coração pulsar. “Se você quiser/Vamos a um café/Ou qualquer
lugar/Deste planeta//Hoje eu acordei/Com vontade de ser/Mais que um
sonhador/Quero partir/Vou partir de trem, meu amor/Vou partir de trem, meu
amor/”. É a mais esperançosa de todas. Um convite para uma viagem a dois,
de quem acredita e quer desbravar o mundo, se perder e se encontrar, de
preferência na companhia de quem se se ama, em uma parceria de vida.
Sonhando e acreditando juntos. “Então faz assim/Você cuida de mim/ E eu
cuido de você/Neste vagão”.

Em “No final da noite”, o amor que é paixão e fulmina, e faz qualquer tempo
longe parecer distante demais. Fervor que também marca “Saudade do
Cobertor”, balada sobre a distância e as lembranças de uma história de amor.
Na faixa “Rigoroso Inverno”, o tumulto interno, uma jornada interior para sarar
feridas, trabalhar anseios. Demorada, difícil, mas necessária. Uma viagem para
dentro de si, que é também o caminho da partida, da caminhada para subverter
qualquer limite. “Já vai começar a viagem aqui/ Peguei minhas malas, meus
livros, e olhei pro céu também/ Vou seguir assim/Perto do céu, meu bem/ Onde
o céu e o cinza possam não me atingir também”, diz a letra da canção.
Não espere músicas sobre uma alegria em explosão, solar e iluminada. As
melodias ecoam saudade, amor, o caos que se instalou por um longo tempo,
necessário, mas passageiro. Há buscas e também desejos. As composições
autorais carregam o sentimento e a suavidade da voz de Breno. O timbre
encaixa nos acordes e nos refrãos que ficam ressoando na memória. São
quatro músicas marcadas por poesia e lirismo em temas sobre uma jornada de
libertação e reencontro de quem não tem medo de se expor e se permitir
sonhar.

Serviço:
Ouça e baixe o EP Enchanté >>
Soundcloud: https://goo.gl/KUFsnw
Download grátis: https://goo.gl/VLGMUT
Veja, compartilhe e baixa o clipe “Do Trem”>>
YouTube: https://goo.gl/cuGWLY
Gravado em um vagão de trem no Parque da Residência, em Belém do Pará,
pelo fotógrafo Cleyton Telles, do Projeto Entre Ruas, e editado por Adrianna
Oliveira.
Ficha técnica do EP
Baixo – Gustavo Mesquita
Arranjos – Lucas Bellesi
Vozes/violão/arranjos/direção geral – Breno Branches
Masterização e mixagem – Awen Studio
Ilustração da capa do disco >> Flávio Nery